Curiosidades

Vaga-Lume





















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CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA: 

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Coleoptera
Famílias: Elateridae, Fengodidae e Lampyridae


INFORMAÇÕES IMPORTANTES E CARACTERÍSTICAS:

- O Vaga-lume, também conhecido como pirilampo, é um inseto muito conhecido pela produz e emissão de luz.

- A luz dos vaga-lumes ocorre em função da presença da luciferina que são pigmentos responsáveis pela bioluminescência (emissão de luz por alguns animais).

- A parte iluminada, geralmente na cor verde florescente, dos vaga-lumes fica na parte inferior da região abdominal.

- Estes insetos possuem, de acordo com a espécie, de 1 a 3 centímetros em média de comprimento.

- Possuem uma coloração que vai do amarelo claro ao marrom escuto. Algumas espécies possuem faixas pretas no corpo.
 Os vaga-lumes da espécie dos elaterídeos emitem faixos de luz de aproximadamente um metro de diâmetro. Voam acima das copas das árvores. O acasalamento ocorre na fase do verão, período que ficam mais ativos. Os vaga-lumes adultos vivem somente no verão.

- Os vaga-lumes alimentam-se, principalmente, de lesmas e caramujos.

- Os vaga-lumes podem viver de 1 a 3 anos.

- As fêmeas dos vaga-lumes botam os ovos em árvores apodrecidas. 

- Embora encontrados algumas vezes nas cidades, o habitat dos vaga-lumes são as matas e florestas úmidas, campos e cerrados. Gostam também de brejos e regiões alagadas.

PRINCIPAIS GÊNEROS:















- Curtos
- Cyphonocerus
- Drilaster
- Ellychnia
- Lampyris
- Lucidina
- Luciola
- Photinus
- Photuris
- Pristolycus
- Pyractomena
- Pyrocoelia

Como o vaga-lume emite luz?

Tudo não passa de um belo truque químico. O oxigênio que é inalado pelo vaga-lume reage com substâncias de seu organismo e o resultado é a liberação de energia em forma de luz. Os cientistas chamam esse fenômeno de bioluminescência e ele rola também em outras espécies,
como o peixe-lanterna Photoblepharon sp., que vive nas profundezas dos oceanos, e um pequeno crustáceo chamado cypridina. Entre os besouros, os cientistas já detectaram pelo menos três famílias de luminescentes. Os vaga-lumes (da família dos lampirídeos) emitem luz entre o verde e o amarelo. Os salta-martins (elaterídeos) produzem uma luz um pouco diferente, que vai do verde ao laranja. Já os chamados trenzinhos (fengodídeos) detonam: sua luz pode ser verde, vermelha, laranja e amarela. Alguns trenzinhos chegam a ter uma lanterna vermelha sobre a cabeça e onze pares de lanternas laterais de cor amarelada no abdômen, ou seja, um verdadeiro painel luminoso! "A função biológica da bioluminescência é pouco compreendida, mas os cientistas desconfiam que ela seja usada para iluminar o campo de visão, atrair presas, no reconhecimento de diferentes espécies e parceiros sexuais e até como uma arma contra predadores", afirma o químico Etelvino Bechara, da Universidade de São Paulo (USP).


Liga-desliga

Cérebro controla quando o abdômen do inseto deve acender
1. O oxigênio inspirado pelo vaga-lume entra pela traquéia, que está ligada à região do abdômen do inseto. Lá, existe um tipo de tecido chamado lanterna
2. Esse tecido abdominal é formado por células especializadas na emissão de luz, os fotócitos, e também está ligado ao cérebro do animal. Quando o vaga-lume quer piscar, o cérebro libera o neurotransmissor octopamina, que vai "ligar" os fotócitos do abdômen
3. Os fotócitos iniciam uma reação química com três "ingredientes", que você vê abaixo
4. A luciferina é um combustível produzido pelo animal e o ATP é a substância que fornece energia para as células. Esses ingredientes se únem a uma enzima chamada luciferase, que acelera a reação
5. O resultado dessa reação é a produção de gás carbônico e de uma substância de nome complicado: oxiluciferina fluorescente. É ela que libera energia na forma de luz. Nessa reação toda não há perda de energia como calor, ou seja, a luz do vaga-lume é fria.

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Caracol

Gastropoda




Caracóis são os moluscos gastrópodes terrestres de concha espiralada calcária, pertencentes à subordem Stylommatophora, que também inclui as lesmas.
São animais com ampla distribuição ambiental e geográfica e respiram através de um pulmão.

O nome

O nome caracol vem do latim cochleolus e, no Brasil em certas partes de Portugal, é usado principalmente para as espécies terrestres, enquanto que as espécies aquáticas são chamadas caramujos.
O caracol-gigante-african, Achatina fulica, introduzido de forma ilegal no Brasil, é conhecido como "caramujo-gigante-africano".

 

Características principais

As diversas espécies de caracóis, ou escargots, se distinguem especialmente pela concha que é, na verdade, o esqueleto externo do animal. Essa concha é feita com cálcio e pesa pouco mais de 1/3 do peso total.
Ele pode caminhar cerca de 5 metros por hora e produz uma trilha viscosa que na verdade funciona como lubrificante que facilita o deslocamento.
Os caracóis não tem audição e utilizam especialmente os sentidos do tato e do olfato que se situam em todo o corpo mas principalmente nas antenas menores já que pouco enxergam com os olhos situados nas pontas das antenas maiores.
Ao lado da boca fica o aparelho genital. e a entrada e saída do ar dos pulmões, o pneumóstoma, fica embaixo da concha.

 

Nutrição


Pequeno caracol de jardim
Os caracóis são essencialmente herbívoros pois comem verduras como a couve, alface, etc, frutos carnosos como a melancia, banana e maçã e ração rica em cálcio. São animais de hábitos noturnos e vorazes pois comem uma grande quantidade de alimentos. Mas essa voracidade está diretamente relacionada ao clima e às estações do ano: não se alimentam por vários dias em clima seco e quente mas consomem diariamente cerca de 40% de seu peso nos dias frescos.

 

Reprodução

Os caracóis são animais hermafroditas incompletos, ou seja, cada um possui os 2 sexos, mas precisam de um parceiro para realizar a cópula e a fecundação.
Eles formam casais e copulam em média 4 vezes por ano num contato que pode durar até 10 horas. A gestação dura cerca de 16 dias quando então cada parceiro procura um lugar úmido, limpam a superfície e cavam com a cabeça de 5 a 10 cm para aí colocarem os ovos. Cada um deposita, em média, 100 a 300 ovos dependendo da espécie.

 

Uso culinário

Estes animais são considerados petiscos em Portugal e na França, surgindo principalmente nos pratos nos meses sem "r"